segunda-feira, 11 de junho de 2012

mais um registo de inverdades

 


 


O discurso que remetia para a função pública e para o estado social a fatia maior da responsabilidade pelo desequilíbrio das contas ficou desmontado com a situação espanhola.


 


Os gregos parece que estão fora de análise. O discurso oficial definia, e define, a coisa assim: os problemas da Irlanda eram causados por uma banca contaminada pelos produtos tóxicos norte-americanos, o problema português era principalmente do estado (o BPN, por exemplo, é suíço e dos offshores) e é por isso que estamos a ser alvo do mais elevado corte nos salários. O Governo português começa a patinar porque o caso espanhol desmonta os argumentos ultraliberais, e as palas ideológicas, do gerente Passos Coelho.


 


Não sei se Portugal "aguenta" mais um registo de inverdades.


 


 


Primeiro-ministro não afasta renegociações das condições de resgate com a União Europeia 


 


El Pais diz que Passos Coelho é "campeão da austeridade e das teses alemãs"


 

Sem comentários:

Enviar um comentário