Quem não está por dentro do assunto até pode pensar que o título é exagerado. Haverá até uns quantos cérebros rotativos que dirão que é apenas a tradicional querela entre Governo e sindicatos de professores. A escola pública tem sido destruída pelas coreografias da mesa negocial e pelos "senadores" que só conhecem esse registo estratosférico. Aliás, são as mesmas massas cinzentas que nos conduziram ao estado em que estamos e que continuam alapados em fundações, onde contratam quem bem entendem e no universo da oligarquia, com direito a limousine e por aí fora.
E sejamos ainda mais objectivos: onde estão os que diziam que era inadmissível generalizar sem testar? Ou isso depende da cor partidária e das respectivas benesses e convocatórias para reuniões?
"Anomalia" obriga a contactar professores contratados que já concorreram
"A Direcção-Geral da Administração Escolar reconheceu esta quarta-feira “a existência de uma anomalia” na aplicação informática disponibilizada para o concurso de cerca de 40 mil professores contratados.(...)"
Parece que um simples "pedido de desculpas pelos transtornos causados aos candidatos" no final de uma nota informativa é, para esta "gente", o suficiente.
ResponderEliminarRealmente não se trata de simples transtornos. São danos que se vão repetindo e acumulando e cujas consequências podem ser dramáticas para muitas pessoas.
Que mais posso chamar à tal "gente" além de levianos?
Isto é inacreditável!
ResponderEliminarQuem já estiver de férias, depois de considerar que tinha o assunto resolvido (ainda que mal resolvido), vai saber destas alterações como?
Ligação constante à Internet e consulta da DGAE não é programa de férias, mesmo apoucadas, como se impõem nos tempos actuais.
Vão contactar as pessoas como e quando?
Alguém acredita que o façam por telemóvel, ao menos? Eu não, infelizmente.
Já estou de férias e menos conectada.
Cada vez que navego para saber como vai o mundo a que pertenço, dá-me vontade de fugir, de não voltar nunca mais, de emigrar para bem longe. Não se aproveita nada.
No que à Educação diz respeito, não há uma notícia que não dê vómitos, credo!
Espero sinceramente que esta questão do concurso dos colegas contratados seja devidamente corrigida para todos.
Bem basta a pouca sorte que se adivinha quanto às respectivas vagas...
ainda tem férias?
ResponderEliminarLevianos Carlos.
ResponderEliminarQue tempos, realmente.
ResponderEliminarFérias, tenho.
ResponderEliminarPor enquanto, e felizmente, com tempo limitado, já que encontrarei o meu lugar no regresso. Lamentavelmente, muitos não têm a mesma sorte, eu sei.
O resto a que a palavra "férias" se associava... bem, isso é outra história.
Mas a distância mental, o afastamento temporário da escola e a sensação de liberdade espiritual, mesmo que ilusória e temporária, são luxos que ainda não tiraram a alguns, ainda não me tiraram a mim. Sou uma felizarda, de facto.