quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

achamentos no número de alunos

 


 


 


 


 Este post é de 27 de Dezembro de 2012.


 


 


 


Os argumentos utilizados por Nuno Crato para o aumento do número de alunos por turma deixaram intrigados alguns investigadores e indignaram os que andam pelo terreno e pelas salas de aula.


 


Os estudos empíricos a que se referiu o ministro nunca foram encontrados na área da pedagogia e apenas nos modelos de transferência de recursos financeiros entre classes sociais do género dos que são aplicados por Passos e Gaspar e se faz alusão ao assunto e sem tibiezas.


 


Pelo que se pode ver no gráfico que colei, do relatório da OCDE - Education at a Glance 2012 -, os achamentos de Nuno Crato têm seguidores na China, na Indonésia, no Chile (onde uma embaixada portuguesa foi conhecer, salvo erro em 2004, um modelo análogo ao monstro avaliativo de professores) e na Argentina (que tem sido depauperada pela corrupção e pelas receitas modelares de jovens "discípulos" de Friedman).


 


Os números portugueses até 2010 (o gráfico refere-se ao primeiro e segundo ciclos) estão nivelados pelo resto da Europa, mas o Governo português está além de tudo e insiste na tal correria transferidora antes que a revolução em curso passe de moda (pode ler-se doutro modo: gulosos e gananciosos algo saciados).


 


 


8 comentários:

  1. Eu penso que «gulosos e gananciosos saciados», se poderá aplicar aos ex-coordenadores de mega departamentos, que se consideraram com competência para avaliar tudo e todos.Até observaram aulas, para avaliarem colegas de grupos , para os quais não possuem habilitação académica nem profissional, para a respetiva docência.
    Hoje , saciados de tais honrosos atos, esses fdp (fanáticos do protagonismo) , encontram-se sómente com a componente letiva, sem qualquer cargo(nem sequer diretor de turma).
    Eis finalmente o merecido descanso!!!

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  2. Encarregada de Educação e Professora27 de dezembro de 2012 às 20:17

    Houve professores que se portaram muito mal nos últimos anos.

    O género de situação que identifica foi usual e teremos um rol para muito gostos. Uma vergonha e prontos!!!! -:)

    Feliz 2013 Prof. Paulo.

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  3. Paulo, onde é que foi buscar essa ideia de que, ao nível do número de alunos por turma, Crato segue os exemplos da China, da Indonésia e do Chile? Não foi nos gráficos publicados, pois não? É que os gráficos não mostram isso. Bem pelo contrário...

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  4. Paulo, Portugal aparece com uma média de alunos por turma inferior a países tão desenvolvidos como a Alemanha, a França, a Espanha ou a Áustria, pelo que não se percebe a sua alusão à China, Indonésia ou Chile.
    A não ser que tenha confundido limite máximo de alunos por turma com número médio de alunos por turma...
    Não será melhor explicitar a sua teoria?

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