terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

mais episódios da verdade inconveniente

 


 


 


 







7 comentários:

  1. Acredito que a maioria dos professores são pessoas inteligentes e moralmente integras, e, por o serem, têm todos os argumentos para avançar com estas iniciativas. Sabemos que a nossa classe politica do "arco da governação" é extremamente corrupta, e, como tal, tem sempre o rabo de fora. No que toca aos professores, e aos restantes funcionários públicos e trabalhadores do sector empresarial do estado, nada deve saber melhor do que pisar com toda a força o rabo de fora do gato escondido. Eles andam aí, toda a gente sabe quem são, pelo que não são difíceis de apanhar como mostra esta iniciativa. Nós não merecemos que nos estão a fazer. Eles merecem pagar por todo o mal que nos têm causado a todos. Parabéns, continuem ! Entalem-nos todos, como nos têm entalado a nós!

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  2. O Ministério da Educação e Ciência sempre apoiou estas cooperativas e os ministros, como o atual, fingem que nada sabem e beneficiam destes esquemas. Passem o crato a pente fino, ele tem de empobrecer como 90% dos portugueses.

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  3. Cadeia com eles e PONTO FINAL!!!!

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  4. Se chove dentro de uma escola pública, concerteza algum responsável dirá que não há dinheiro. Excepto, claro está, para as escolas privadas que coabitam lado a lado com as publicas.

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  5. Muito importante este aspecto (certamente não terá passado despercebido à Polícia Judiciária):

    Importa apurar quem foram as pessoas responsáveis pela atribuição das turmas na rede escolar nos últimos anos. Essas pessoas têm, com certeza, um nome!

    Tem de se saber, também, quais os motivos destas pessoas ao atribuírem turmas a colégios em locais onde a oferta das Escolas Públicas é mais do que suficiente.

    Se o fizeram por negligência ou com intenção de beneficiar certas personalidades, sabendo que cada turma financiada significa muito dinheiro (era 114 euros/ano - no tempo das vacas gordas - agora é de 85 000 euros/ano).

    Já toda a gente percebeu que o dinheiro atribuído a cada estabelecimento privado não foi gasto, como deveria, na educação dos alunos (nomeadamente, pagando os salários justos e dignos aos professores), tendo sido, provavelmente, como esta investigação deixa supor, fonte de enriquecimento ilícito de uns quantos "empreendedores", "gestores" e "consultores".

    As pessoas que decidiram a rede escolar têm de ser ouvidas e têm de justificar muito bem as suas decisões. Se o não souberem fazer, terão de ser constituídas arguidas porque lesaram o interesse dos cidadãos.

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