sexta-feira, 3 de julho de 2015

das obsessões dos governos ibéricos

 


 


 


As maiorias de direita que governam na Península Ibérica desesperam pela derrota em toda a linha do Governo grego, mas será, no mínimo, tortuosidade táctica que as oposições desejem o mesmo ou que apostem no-dia-sim-dia-não. Para além de tudo, a verdade é que as dívidas todas estão há muito a ser reestruturadas por "baixo-da-mesa", à "escondida" dos eleitores e como máscaras do falhanço austeritarista logo confessado até por Gaspar. Do que todos devem estar conscientes, eleitores à direita e à esquerda, é que estamos a assistir a uma espécie de "para-aquém-da-democracia" onde não "terão lugar" nem as classes médias europeias.

6 comentários:

  1. numa situação normal, o Syriza não estaria num governo (nem podia estar); mas na situação de ditadura económica neoliberal, só resta 'partir a louça' para ter a esperança de equilibrar os devaneios.
    Os comentadores que pululam nos media que defendem a austeridade como soluçãoexclusiva a longo prazo, estão todos bem de vida...

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  2. A maioria dos eleitores espanhóis votou em Rajoy mesmo depois de verem o que estava a acontecer em Portugal. E deram-lhe a maioria absoluta.

    Muitos arrependeram-se na semana seguinte.


    E falava Saramago sobre a grande Ibéria!!

    Dasssssss-sssse!!

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  3. De facto, é interessante verificar que, pessoas com licenciaturas, mestrados, doutoramentos e pós doutoramentos e o diabo a 4 académicamente falando ou seja, (teóricamente), grande capacidade de discernimento, inteligências superiores e visão telescópica acham natural que outros seres humanos, de quem dependem em absoluto para existir, vivam vidas sem sombra de esperança além de umas minis na tasca, uns futebóis e nos dias bons quiçá umas putas. Depois assistem via TV à destruição de património milenar ou estão a apanhar sol numa praia levam umas rajadas de metralhadora e ficam muito admirados com tanta barbárie.

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