Percebe-se a necessidade mediática, mas a luta das minutas e das cartas não ajuda; aliás, há quem diga que o ridículo tem um efeito qualquer.
Nota: por outro lado, e indicativo do estado a que chegámos, a extrema-direita anda por aí com bandeiras dos enfermeiros, motoristas e professores.
Historicamente foram sempre os partidos do centro que abriram a porta à extrema direita, enquistam-se no poder, auto-ungem-se e o povo desesperado (principalmente a classe média) dá-lhes um banho de democracia para acordarem da pior maneira. Quando acordam estão num pesadelo
ResponderEliminarÀs vezes o desespero utiliza-nos como bonecos manipuláveis,agimos por impulso e agarramos-nos a certas coisas que apesar de sabermos que são ideologicamente erradas nos parecem que estão a nosso favor,pois não é fácil engolir ano após ano as trafulhices,os abusos de poder,as contradições destes que nos governam e que continuam a abusar da nossa paciência.Se aceito a bandeira extremista? ainda não...mas que muitas vezes apetece...apetece...
ResponderEliminarAté assusta!
ResponderEliminarE depois, é sempre a descer (como disse Churchill).
ResponderEliminarFoi exatamente essa chapada de realidade que o povo americano deu a Hillary Clinton elegendo o inenarrável Trump e o povo brasileiro elegendo Bolsonaro. Julgando o povo refém de escolhas impossíveis adotaram posturas de indiferentismo e arrogância para com o sofrimento do povo, esqueceram-se de que o poder é provisório e de que só estão no poder enquanto tiverem propostas de resolução para os problemas, quando assumirem que não têm, têm de sair humildemente para dar lugar a outros com mais imaginação. Costa não está atento a essa lição. Em relação aos professores até se dá ao desfrute de assumir publicamente que não tem imaginação para mais.
ResponderEliminarEnfim.
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