“(...)as relações humanas poderiam ser muito diferentes se fosse transparente a relação entre dor e linguagem, se sentíssemos a dor do outro ao ouvi-lo enunciando a palavra.“
O aforismo 303 do filósofo Wittgenstein.
“(...)as relações humanas poderiam ser muito diferentes se fosse transparente a relação entre dor e linguagem, se sentíssemos a dor do outro ao ouvi-lo enunciando a palavra.“
O aforismo 303 do filósofo Wittgenstein.
Há uma frase célebre, "todo o instrumento científico pode ser válido, depende da cabeça que o utiliza", que devia passar obrigatoriamente, e todos os dias, nos rodapés dos canais generalistas num dos telejornais. Há também outro aforismo muito comprovado, de Otto Bismark, que devemos considerar particularmente nesta fase: "nunca se mente tanto como em véspera de eleições, durante a guerra e depois da caça." Raramente publico aforismos, mas era oportuno recordarmos alguns mais comuns: "quem ri por último, ri melhor", "há mais marés do que marinheiros" ou "a verdade é como o azeite".
Raramente uso aforismos nos posts e até as citações não merecem a minha preferência. Gosto mais de utilizar imagens com as leituras que vou fazendo para tentar acrescentar qualquer coisa ao que me apetece escrever.
Como dei conta noutra altura, deixei de comprar edições impressas dos jornais. Mantenho apenas a assinatura da Gazeta das Caldas em papel.
Mas há excepções. Há tempos, a última página do Público inscreveu um aforismo certeiro atribuído a Epicuro (-341/-270), Filósofo da Grécia Antiga, que diz assim:
"Pelo medo de ter de se contentar com pouco, a maioria dos homens deixa-se levar a actos que aumentam mais ainda esse medo".
Terceira edição. Rescrito.
Raramente uso aforismos nos posts e até as citações não merecem a minha preferência. Gosto mais de utilizar imagens com as leituras que vou fazendo para tentar acrescentar qualquer coisa ao que me apetece escrever.
Como dei conta noutra altura, deixei de comprar edições impressas dos jornais. Mantenho apenas a assinatura da Gazeta das Caldas em papel. Mas há excepções. Há tempos, a última página do Público inscreveu um aforismo certeiro atribuído a Epicuro (-341/-270), Filósofo da Grécia Antiga, que diz assim:
"Pelo medo de ter de se contentar com pouco, a maioria dos homens deixa-se levar a actos que aumentam mais ainda esse medo".
Segunda edição. Rescrito.
Não sou muito dado a usar aforismos nos posts e até as citações não merecem a minha preferência. Gosto mais de utilizar imagens com as leituras que vou fazendo para tentar acrescentar qualquer coisa ao que me apetece escrever.
Como dei conta noutra altura, deixei de comprar edições impressas dos jornais. Mantenho apenas a assinatura da Gazeta das Caldas em papel. Mas há excepções e ontem foi um dia desses. A última página do Público inscreveu um aforismo certeiro e actual atribuído a Epicuro (-341/-270), Filósofo da Grécia Antiga, que diz assim:
"Pelo medo de ter de se contentar com pouco, a maioria dos homens
deixa-se levar a actos que aumentam mais ainda esse medo".
Encontrei uma passagem que pode ser interpretada como um registo irónico.
DeLillo, Don (2010:89). "Submundo". Sextante Editora. Lisboa.
"(...) ter um inimigo rasca é ainda mais humilhante do que não ter inimigo nenhum. (...)", foi daqui.
"A Liberdade é, antes de tudo, o direito à desigualdade."
Berdiaev, Nicolau
(1874-1948)
(Já usei este aforismo noutros posts)
“(...) as relações humanas poderiam ser muito diferentes se fosse transparente a relação entre dor e linguagem, se sentíssemos a dor do outro ao ouvi-lo enunciando a palavra “
O aforismo 303 do filósofo Wittgenstein que pode encontrar aqui.
"Quando recebo uma injúria, preciso erguer a minha alma tão alto,
que a ofensa não chega até mim"
René Descartes.
“Não há que recear ou esperar,
mas procurar novas armas”.
Deleuze, Gilles,
em Política e Modernidade,
página 11.
“(...) as relações humanas poderiam ser muito diferentes se fosse transparente a relação entre dor e linguagem, se sentíssemos a dor do outro ao ouvi-lo enunciando a palavra “
O aforismo 303 do filósofo Wittgenstein.
"Haverá alturas em que nada podemos fazer para impedir a injustiça
mas nunca poderá haver uma altura em que desistimos de protestar."
ELIE WIESEL
Não existe absurdo
que não encontre
o seu porta-voz.
Friedrich W. J. Schelling
(filósofo alemão 1775-1854)
Por causa dos meus alunos de área de projecto regressei ao enorme Charlie Chaplin. Encontrei uma frase sua muito interessante. Quem a traduziu concluiu assim: "bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem se atreve. A vida é muita para ser insignificante."
Faz tempo que encontrei esta interessante frase algures por aí. Guardei-a, mas não me lembro do nome do autor.
"Os professores sabem, têm obrigação de saber, que todo o poder só se constrói sobre o consentimento dos que obedecem".
Passei por um do meus blogues de referência e dei com uma alusão à importância dos aforismos. Lembrei-me do livro de aforismos do filósofo Wittgenstein e numa pesquisa rápida encontrei aqui uma referência ao 303:
“Como podemos elaborar a partir do aforismo 303, as relações humanas poderiam ser muito diferentes se fosse transparente a relação entre dor e linguagem, se sentíssemos a dor do outro ao ouvi-lo enunciando a palavra “dor”.
Conheço pouco de Rita Lello mas achei interessante uma frase sua numa entrevista à Pública de 13 de Setembro: "quando tinha 15 anos houve alguém que me perguntou qual era o meu projecto de vida. Fiquei aterrada e pensei: mas é obrigatório ter um?"