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sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Do Arquivo: Blogues em Papel (02.11.2011)


 


O P2 do Público de ontem, edição impressa, insere este post do "Correntes". Rareiam os momentos com uma edição impressa numa esplanada à beira-mar. A aquisição limita-se aos fins de semana e feriados e mesmo assim as faltas são frequentes. Mudam-se os hábitos e o online vai impondo a sua lei. Postar os blogues em papel vai escapando e ontem foi por um triz.    

quinta-feira, 23 de junho de 2016

do manifesto 2.0: e agora? Haverá vida em Marte?

 


 


 


Elogia-se a coragem informada do Governo no caso cooperativas ilegais e redundantes, mas a defesa da escola pública não se esgota aí; obviamente. E não é preciso recuar muito para o que é "consensual" mudar. Há questões com implicações orçamentais e outras não: "apenas" de reposição democrática.


 



Alunos:


 


Quando é que se contraria o afunilamento curricular (que começou em 2003 com a "reforma" do secundário) de Crato, sem ser apenas na mudança de provas finais para aferição?


 


Quando é que se reduz alunos por turma?


 


Profissionais:


 


Quando é que se descongelam carreiras (praticamente congeladas no que levamos de milénio)?


 


Quando é que se repõe a decência na avaliação do desempenho (o congelamento de carreiras é que silencia o desmiolo)?


 


Quando é que se encara de vez a elevada média etária, e o burnout, dos professores (tão discutida em campanhas eleitorais), nomeadamente revendo o seu estatuto de modo a impor decência (sem empurrar pessoas para reformas com indecentes penalizações) na redução da componente lectiva por idade e tempo de serviço e na distribuição do serviço docente?


 


Quando é que se confia nos professores e se elimina a hiperburocracia (em modo digital também)? No primeiro simplex, o MEC de então acelerou em sentido contrário. Como será no simplex dois? O "escola a 360 graus" não é animador.


 


Organização das escolas:


 


Quando é que se altera o modelo de gestão no sentido de esclarecer três variáveis: municipalização, agrupamentos e democracia interna das organizações?


 


Quando é que se requalificam as escolas não abrangidas pela parque escolar?



 


E podíamos ficar horas a elencar componentes críticas ou em detalhes técnicos (que explicariam a execução de algumas das medidas referidas com os meios existentes). Mas um pequeno post é suficiente para sublinhar que a defesa da escola pública tem exigências que não são marcianas.


 


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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

blogues em papel (arquivo)

 


 


O P2 do Público de ontem, edição impressa, insere este post do "Correntes". Rareiam os momentos com uma edição impressa numa esplanada à beira-mar. A aquisição limita-se aos fins de semana e feriados e mesmo assim as faltas são frequentes. Mudam-se os hábitos e o online vai impondo a sua lei. Postar os blogues em papel vai escapando e ontem foi por um triz.


 


 


quarta-feira, 16 de março de 2011

nova vaga no papel

 


 


O Público de ontem inseriu este post do "correntes" na rubrica "blogues em papel". Escolheu a seguinte parte do post: "(...) O simbolismo da suspensão desta avaliação de professores é uma exigência que obrigará à reposição da abrangência do poder democrático da escola. É incompreensível como um modelo desenhado por temerosos maus burocratas que se escondem atrás de indicadores imensuráveis e que jamais teriam a coragem de avaliar quem quer que fosse olhos nos olhos, insistem num paradigma de sociedade completamente derrotado.(...)"


 


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

blogues em papel (4)

 


 


Quando a rubrica "blogues em papel" do jornal Público insere um post do correntes guardo-a em formato digital.


 


Desta vez, ontem, foi sobre as carreiras dos professores - picos de justicês - e com os critérios do jornal ficou assim:


 


"Legisla-se muito e mal, dizia a especialista em direito. É um fenómeno que coloca em causa a saúde da democracia, sentenciava de seguida. O ME é um bom exemplo do pior que se pode fazer nessa matéria. Os últimos anos caracterizaram-se por uma legislatite incontinente que lançou o caos no sistema e nas escolas. Não estou a empolgar a coisa. Está comprovado e nem me parece que haja quem defenda o contrário. Muitas escolas sofreram, acrescentado a tudo isso, intervenções com contornos que estiveram "fora" do estado de direito e que, em desespero de causa, serviram para tentar segurar votozinhos. O tempo, sempre o tempo, lá se vai encarregando de denunciar as arbitrariedades (...) A legislação sobre as progressões dos professores é um emaranhado completamente desmiolado de decretos, despachos e circulares. A DGRHE arma-se em central legisladora e as direcções escolares especializam-se em decifradoras de carreiras. Quando dirigi uma escola pública, fiquei com a ideia que os trituradores de papel tinham sido uma das melhores aquisições".


 


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

blogues em papel (3)

 


 


Quando dou conta que a rubrica "blogues em papel" do jornal Público insere um post do correntes guardo-a em formato digital. Desta vez foi sobre as metas de aprendizagem e com os critérios do jornal ficou assim: "O exercício das metas de aprendizagem protagonizado pela ministra da Educação é mais um monumento ao eduquês e ao monstro burocrático (...). É mais do mesmo (...). É claro que os programas disciplinares têm de ser revistos e que devem integrar uma rede de aferição de conteúdos nucleares e de metas de aprendizagem. Mas esse é um problema técnico e não pode entrar nas prioridades discursivas de um sistema escolar tão ausente da sociedade, com números altíssimos de abandono escolar."


 


 



terça-feira, 20 de julho de 2010

blogues em papel

 


 


Sempre que algum post do correntes é escolhido pela rubrica de "blogues em papel" do jornal Público procuro guardá-lo por aqui. Foi o que aconteceu hoje. Pode ler aqui o post na totalidade e o parágrafo escolhido pelo jornal diz assim: "Já tinha escrito que os países que em tempos optaram por escolas de grande escala, com milhares de alunos, perceberem o erro que cometerem e iniciaram, há cerca de uma década, o processo contrário."