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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Tal Sócrates, tal Passos

 


 


 


 


Foi em Paris que Sócrates afirmou que o pagamento das dívidas era uma história para ser contada às crianças. Passos Coelho afirmou hoje que as pospostas do Syriza são "contos para crianças". Embora em ângulos opostos, os dois últimos primeiro-ministros testemunham o azar português.


 


E já que se fala em contos, Paul Krugman considera mais realistas as propostas gregas do que o que tem ocorrido na Europa da troika.


 


 

a estrela do dia

 


 


 


 


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Daqui


 


 


 


 


 

Syriza e Podemos "esvaziam" socialistas gregos e espanhóis

 


 


 


O Syriza "esvaziou" o PASOK e o Podemos poderá fazer o mesmo ao PSOE. O que era impensável nem há cinco anos, tornou-se uma realidade: os socialistas do Sul da Europa arriscam-se, quando muito, ao lugar de parceiro mais pequeno nas coligações da esquerda que quer governar.


 


E em Portugal? Apesar da pulverização da esquerda equivalente ao Syriza, os últimos governos do PS cometeram os mesmos erros: ultraliberalismo e corrupção. Mas mais: olhando a partir da Educação, não chegam os dedos das duas mãos para apontarmos políticas socialistas que degradaram a escola pública e que foram apoiadas com fervor pelo arco do poder por questões ideológicas. O PS deve mudar de rumo se não quiser acompanhar socialistas gregos e espanhóis.


 


 


 

domingo, 25 de janeiro de 2015

O lado simbólico da vitória do Syriza

 


 


 


 


Tudo indica que o Syriza vencerá com maioria absoluta. Recordo-me da "impensável" vitória de Obama e dos fantasmas que transportava. Há um lado simbólico emocionante nestas vitórias. E, já agora, Obama deixará, apesar de tudo, os EUA bem melhores em todos os indicadores.


 


 


 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

era bom que da Grécia eleitoral

 


 


 


 


Para os que há muito defendem o fim da hegemonia eleitoral do arco do poder, era bom que o efeito Syriza tivesse sensações como as descritas pelo genial Marcel Proust:


 



"parece que certas realidades transcendentes emitem em torno de si radiações a que a multidão é sensível. É assim que, por exemplo, quando se dá um acontecimento, quando na fronteira está um exército em perigo ou derrotado, ou vitorioso, as notícias bastante nebulosas que dele chegam e de que o homem culto não sabe retirar grande coisa, provocam na multidão uma emoção que o surpreende e na qual, depois de os especialistas o terem posto ao corrente de verdadeira situação militar, ele reconhece a percepção pelo povo daquela “aura” que rodeia os grande acontecimentos e que pode ser visível a centenas de quilómetros".


 


Marcel Proust


 


Em busca do tempo perdido



 


 

BCE antecipa o efeito Syriza?

 


 


 


 


Dá ideia que o BCE já está a contrariar a austeridade como fim da história e a antecipar o efeito de uma provável vitória do Syriza que pode "contaminar" os países do sul da Europa.


 


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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Da provável vitória do syriza

 


 


 


A confirmar-se a vitória do Syriza, não faltarão forças políticas do mainstream a afirmarem a sua antiga negação da austeridade e a juraram que sempre defenderam a reestruturação das dívidas (o BCE não tem feito outra coisa com a compra de dívida).


 


 


 

é só perigos, realmente

 


 


 


 


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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

merkel e as oportunidades

 


 


 


Merkel considera que os gregos "têm a oportunidade de realizar eleições, mas devem manter os compromissos com os credores"; e acrescentou que "está interessada na manutenção da Grécia no euro". Fixei-me no detalhe oportunidade que pode ter várias leituras: o Syryza pode acabar com isso; portem-se bem; ou sublinhar o valor precioso e frágil da democracia.