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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

da Parque Escolar 2.0

 


 


 


 


A sensatez impôs-se e recomeça a imperativa requalificação de escolas. A Parque Escolar 1.0, "a festa", fez parte do capítulo "fuga para a frente" da desorientação financeira na Europa e daquelas "megalomanias" lusitanas. Com a lição em mente, espera-se, a Parque Escolar 2.0 apresenta uma ideia, "Novas obras com custo por escola 15 vezes inferior à Parque Escolar 1.0", e o seguinte mapa:


 


Captura de Tela 2016-09-19 às 14.19.40


Desenho do DN na ligação referida


 

terça-feira, 19 de abril de 2016

Eliminada a requalificação de professores

 


 


 


site da PR anuncia (15 de Abril de 2016) a promulgação da lei "que elimina a requalificação de docentes". A decisão justifica-se por "não existirem efeitos orçamentais relevantes”. Por muito que custe ao pessoal do Panamá Papers, a variável "existiu" por radicalismo ideológico "rosalino".

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

os quinze professores na requalificação e a palavra de Crato

 


 


 


A porta fica aberta, qual caixa de Pandora, com os quinze professores na requalificação. Há um silêncio  que tem tanto de ensurdecedor como de brutal e injusto. Bem sei que se fossem 1500 ou 15000 o protesto seria veemente.


 


Crato comprometeu-se com o zero na requalificação, mas a sua palavra nada vale. Para além disso, o seu Governo quis abrir uma qualquer porta num corredor que foi traçado, para não variar, pelo anterior. Pode ser que esta porta aberta volte a atormentar muita gente no futuro pós-eleitoral.


 


IMG_0835.JPG


 


Topografia do terror. Berlim. Julho de 2014. 


 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

o fantasma da mobilidade regressa à escola

 


 


 


 


Se no exercício de Lurdes Rodrigues os professores realizaram manifestações históricas, foi já no mandato de Crato que aconteceram dois picos inéditos de contestação: uma greve às avaliações com uma inesquecível capacidade de resistência e uma impopularíssima, e há muito reivindicada pelos "agarrem-me, mas agarrem-me mesmo, senão desfaço-os", greve aos exames (com algumas e lamentáveis dissidências).


 


Com esses dois movimentos, os professores conseguiram que milhares de docentes dos quadros não passassem para a "requalificação" em Setembro de 2013. É bom que haja memória.


 


Mas os ultraliberais não desistem. Em ano de campanha eleitoral, existirão várias armas de arremesso; até dentro da coligação que governa. Os professores voltarão a sofrer com isso. Um requalificado poderá receber menos do que um desempregado e a palavra de Crato ("não haverá professores com horário zero") vale tanto como o número de horas desses horários que exponenciou com os cortes a eito para além da troika.


  


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