terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

por onde anda o "compromisso portugal"?

 


 


 


 


Quando se tratava de apontar os professores e os funcionários públicos como os primeiros responsáveis pelo desastre financeiro, havia uns movimentos do género "Compromisso Portugal" que tinham aparição diária e que indicavam o caminho da salvação. Os modelos empresariais de sucesso - dos homens providenciais - exemplificados por Salgado do BES, Rendeiro do BPP, Jardim do BCP ou Costa do BPN eram as receitas do fim da história. Tudo em nome de Portugal e da avaliação meritocrática dos funcionários públicos.


 


As perguntas impõem-se: o que é feito dessa malta tão elevada? Estão tão silenciosos e desmobilizados porquê? Então e o país? Já cortaram uns 40.000 professores, mais uns milhares de milhões em impostos, salários e subsídios, e a dívida continua a subir? Quem é feito do discurso dos comentadores alinhados com estas correntes, como Gomes Ferreira, Nogueira Leite, Medina Carreira ou Camilo Lourenço? Não dizem nada sobre este estrondoso sucesso empresarial?


 


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