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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Duas impressões do caso Sócrates

 


 


 


 


Foi inaceitável que um canal de televisão esperasse no aeroporto a detenção do ex-primeiro-ministro e o desempenho televisivo de Clara Ferreira Alves, na SICN na noite da prisão preventiva, foi das figuras mais tristes de que tenho memória. A defesa de Sócrates em contraposição à justiça foi patética e com tiques oligárquicos.


 


 


 


 

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Da prisão preventiva de José Socrates

 


 


 


 


O ex-primeiro-ministro José Sócrates ficou em prisão preventiva. 


 


É vulgar dizer-se, e bem, que se deve esperar pelo veredicto da justiça. É evidente que as pessoas têm o quarto poder (hoje mais vasto do que nunca) para os estados de alma; e existem inúmeras pessoas que sentiram na pele os efeitos das políticas de Sócrates e, principalmente, das portas que as suas ideias obstinadas abriram.


 


Fanatismos à parte, concluímos por mais um sério abalo na democracia. Mas isso não deve motivar uma qualquer descrença. Sim, porque sem algum optimismo e sem uma crença, mesmo que mínima, na democracia, não é possível ajudar a que a justiça continue a funcionar.


 


 


 

sábado, 22 de novembro de 2014

ex-primeiro-ministro detido

 


 


 


Pelo que consta, é a primeira vez que um ex-primeiro-ministro português é detido. Nem adianta acrescentar que as notícias falam em corrupção. Já ninguém se espanta com o estado da nossa democracia, tal a vertiginosa sucessão de ilegalidades que alastraram pelo território. É uma vergonha.


 


O poder político não podia ser mais mal-tratado pelos seus actores nos últimos dias: à história das pensões vitalícias para ex-deputados sucede-se a detenção de um ex-primeiro-ministro com episódios que também datam ao tempo em que exercia as funções de chefe de Governo.


 


Quem olha a partir do sistema escolar, recorda-se de um primeiro-ministro que dizia que finalmente se iam avaliar professores e que debitava argumentação sobre tudo o que dizia respeito à organização da escola pública. Um exemplo, realmente.


 


 


 

sábado, 26 de outubro de 2013

Cambalhotas, Conspurcações, Branqueamentos

 


 


 


 


 


 



 


 


 


"(...)Nunca compreenderei como é que seis anos de passeio narcísico possam merecer absolvições e indulgências, tantos os casos justiciários mal ou nada explicados para onde o seu nome resvalou. Poucos políticos sem vida profissional própria ostentaram tanto como ele e se pavoneiam tão descaradamente quanto ele, o que, no estrito plano moral, e tendo em conta a miséria para que milhões de portugueses foram atirados, não deixa dúvidas a ninguém. E se o assunto dos assuntos, em 2010, era o PlayBoy então no Governo, convém recordar de que provocatório e obcecado consigo mesmo foi feita a intervenção pública desse actor literal. É profundamente anormal que se investiguem Primeiros-Ministros em casos sucessivos e todos tenham sido arquivados, sendo os arquivadores amigos e devedores de favores do alvo da matéria arquivada: Pinto Monteiro foi o Procurador Geral Restrito e Privativo de Sócrates. Há portanto uma causa directa para que sobre o hoje Manequim Político das Esquerdas terem abundado notícias de pequenos, médios, monstruosos, casos, de forma tão insistente sem qualquer esclarecimento: nunca um Primeiro-Ministro em Portugal foi tão agressivo como o actual Ayatola das Esquerdas, Sócrates. Nada da sua vida intima, do património da sua família, do seu percurso profissional e académico, na forma como exerceu os seus cargos políticos anteriores foi, depois de escrutinado, esclarecido e, depois de esclarecido, justificado. Nada.(...)"









quarta-feira, 23 de março de 2011

ao fundo

 


 



 


 


 


Caiu o governo deste PS. Estão também de parabéns os imensos professores que deram uma boa parte do seu tempo a lutar contra as políticas educativas mais nefastas que a história da nossa democracia conheceu. Quero significar um abraço especial aos meus colegas que se reformaram com fortes penalizações, preferindo a fuga com perda acentuada de condições financeiras à permanência numa escola à deriva.


 


Amanhã cá estaremos.

lição

 


 


Pode trabalhar-se muito o marketing político, mas o que sobrevive são os conteúdos das boas políticas.


 


A interrogação que se deve fazer passa pelo seguinte: será a história capaz de inscrever a fuga à democracia que se verificou nos últimos anos?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

só agora?

 


 


Há militantes e simpatizantes do PS que levaram anos a ver o óbvio. A Educação está mergulhada em políticas nefastas desde 2006 e 2007. Mas já se sabe: o cimento do poder faz milagres.


 


Autoritarismo do PS de Sócrates ultrapassa "centralismo democrático" de Lenine


É um retrato arrasador do PS, do Governo e de José Sócrates. A ponto de Ana Benavente, secretária de Estado da Educação de António Guterres (1995-2001), dizer que jamais pertenceria a um Governo de José Sócrates com uma pasta idêntica. "Porque, se o fosse, já teria apresentado a minha demissão." A confissão da ex-dirigente socialista é feita numa entrevista à Revista Lusófona de Educação.

(...)O PS tornou-se "neoliberal" - "fazer do capital financeiro o dono e árbitro do desenvolvimento económico é uma capitulação face ao neoliberalismo que não é digna de um partido socialista". Mas há mais. No PS, há falta de debate interno e Ana Benavente critica "o autoritarismo da actual liderança". "Tornou-se autocrata, distribuindo lugares e privilégios, ultrapassando até o "centralismo democrático" de Lenine. Alimentando promiscuidades que recuso", lê-se na entrevista.

(...)Na área da Educação, a ex-governante acusa Sócrates e o Governo de, nos últimos seis anos, terem "maltratado" a escola pública com políticas educativas "marcadas pela centralização" ou pelo "questionamento da qualidade" dos professores através do sistema de avaliação ou da publicação de rankings de escolas.