sábado, 8 de fevereiro de 2014

do manual da bancarrota, do empobrecimento dos outros e dos afins

 


 


 


 


 


Passei os olhos pela comunicação social mais mainstream e fui recortando notícias do citado manual. Podia, como é evidente, estar por aqui o dia todo em tão simples tarefa.


 


É espantosa a velocidade com que o bloco central tenta recuperar a malta do empobrecimento dos outros. Nem os erros clamorosos das folhas excel comovem alguns dos autores do manual referido em título. Segundo a página 8 do Expresso, a autora das entrevistas ao ex-ministro das finanças e da meteorologia é, naturalmente, Maria João Avilez.


 


 



 


 


A meritocracia comprovadamente mais inconsequente é anunciada à lombada e na mais imberbe e nefasta exclusão.


 



 


 


O vice-primeiro ministro esteve em versão trilingue a demonstrar com sound bites a versão irrevogável da sua governação. A plateia da direita espanhola parece que aplaudia e até gozava que se fartava.


 



 


 


 


Passos Coelho teve um momento de lucidez e traçou o estado do país no fim da sua governação.


 



 


Na blogosfera, o Paulo Guinote dá conta de mais uma epifania de Nuno Crato: quando um CEO nada consegue no âmbito da governação electrónica ou até no mais elementar espírito simplex na máquina que jurou implodir e antevê os exames do futuro em versão electrónica, estamos, no mínimo, perante mais uma iluminação que é da família do tal manual que será apresentado durante a semana.


 


 







4 comentários:

  1. Não li nem penso ler (como dizia o presidente de mandato infindável e sinistro quando era primeiro ministro, a propósito d'"O Evangelho Segundo Jesus Cristo"). Refiro-me o livro de entrevistas referido acima, claro...

    A diferença, contudo, está entre uma atitude parola de recusa de uma forma de expressão artística (literária, no caso) e uma atitude de rejeição de uma tentativa de limpeza de um passado muiito recente que deixou (e continua a deixar) uma rasto de destruição por este país. Os protagonistas são, neste caso, meros contabilistas ou tecnocratas.
    Enfim, andam a trabalhar deseperadamente para as eleições a ver quem sai menos chamuscado da contenda que criaram.

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  2. A noticia dos talentos é de gente louca varrida.

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  3. E a próxima imbecilidade vem de? Adivinhem? Dou-vos uma pista, tem alternado entre São Bento e o Palácio de Belém.

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