domingo, 27 de setembro de 2015

arquivo de repetições: estarão os eleitores completamente alheados ou fingem que não percebem?

 


 


 


 


Se os eleitores ficarem "totalmente" indiferentes à banalização do mal ou da mentira, uma democracia deve preocupar-se com a saúde. Sabemos da antiga presença da mentira em campanhas eleitorais, mas há limites. Quando o INE inscreve 4,9 mil milhões de euros no défice de 2014 que atinge uns tresloucados 7.2%, é inadmissível que Passos, sem mexer um músculo da face, anuncie uma vitória através dos juros a receber pelo Estado. O Estado emprestou ao fundo de resolução através de um empréstimo que contraiu; juros pagos com juros. A menos que a tortuosidade de Passos o levasse a pensar que o Estado emprestou à banca o que o Governo cortou além de troika: o que era ainda mais indecente. Défice, dívida, além da troika e emigração de piegas são outros ridículos em que caiu Passos Coelho. Era impensável o tratamento dado aos portugueses: sois parvos, insiste o candidato. Percebe-se ainda melhor o afastamento preocupado de Ângelo Correia, Ferreira Leite ou Pacheco Pereira. Mas a desfaçatez do "gerente" Passos é tal que anunciou um parabéns ao "sem medo" Tsipras. É impressionante esta descida para além do fundo.


 


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2 comentários:

  1. O Ângelo Correia, que andou a incubar o espécime lá nas suas empresas, achando que dali vinha a salvação da Pátria, também nunca deveu muito à perspicácia.

    Era miúdo, mas lembro-me bem dele, ministro com ar gravissério, a anunciar ao país ter abortado um golpe de Estado em andamento.

    Foi a intentona dos pregos, porque a única "prova" que se encontrou foi uma caixa com pregos, na mala de um carro que tinha sido parado numa operação stop...

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  2. Impressionou-me passar os olhos por uma entrevista sua recente preocupado com a possibilidade de reeleição de Passos. O que terá acontecido?

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