segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

nos 1% não cabem pessoas

 


 


 


Lia o enunciado depois de vigiar um longo exame de português e viajei no tempo. Lembrei-me do professor Pires dos Santos. Pegava numa obra, passava aulas à volta do conteúdo e tratava da gramática e das circunstâncias mais variadas. Um teste com duas ou três perguntas era suficiente para nos avaliar.


 


Mas voltando ao tal exame, impressionou-me a fragmentação das três obras incluídas. Não há belo que resista. Não sei se esse tipo de obsessão métrica não nos está a impedir de olhar para o mundo sem ser numa folha excel onde muito remotamente cabem pessoas. Ou seja: nos interesses dos 1% não cabem com toda a certeza (só os seus) e não paro de me surpreender com a contribuição fervorosa de uma quantidade apreciável dos 99%.


 


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