Foi publicada, na Gazeta das Caldas, a Comissão de Apoiantes à candidatura de Sampaio da Nóvoa à Presidência da República.
Foi publicada, na Gazeta das Caldas, a Comissão de Apoiantes à candidatura de Sampaio da Nóvoa à Presidência da República.
Já foram publicados, na Gazeta das Caldas, três textos de apoio à candidatura de Sampaio da Nóvoa à Presidência da República.
Texto de Maria Eugénia Oliveira.
Durante o mês de Dezembro de 2015 foram publicados, na Gazeta das Caldas, dois textos de apoio à candidatura de Sampaio da Nóvoa à Presidência da República.
Texto de Nicolau Borges.
Durante o mês de Dezembro de 2015 foram publicados, na Gazeta das Caldas, dois textos de apoio à candidatura de Sampaio da Nóvoa à Presidência da República.
Texto de Paulo Prudêncio.
Há as mais variadas leituras para as diferenças "insanáveis" entre o PS e o Governo e a campanha eleitoral, que durará, em princípio, mais de um ano, criará ainda mais nevoeiro sobre o acordado e o tornado público. Para além do memorando da troika que se extingue oficialmente daqui a dois meses, existe o tratado orçamental que "amarra" os países do euro e de alguma forma os da união.
E já se sabe: Portugal pesa pouco no xadrez, mas adquiriu alguma importância estratégica no sucesso da ideia de cortes a eito nos do costume que "liberta" as reformas administrativas em sectores que atingem os aparelhos partidários ou nas negociatas tipo PPP´s que incluem essas organizações que capturaram o Estado de forma sistémica; para além da intocável e corrupta (isto também é comprovado) banca. Sobram os mealheiros, como alguém disse, dos políticos profissionais: funcionários públicos, pensionistas e as classes, média e média baixa, que não conseguem fugir a impostos.
O recorte é do Público de hoje sobre o rescaldo do "Novo rumo" do PS sobre a saúde.
O PS diz que diverge de forma insanável do Governo na defesa da escola pública e confirma a sua destruição. Todavia, foi o último Governo PS que abriu todas as portas legislativas a essa destruição, com excepção dos cortes a eito de que nunca se demarcou. É certo que o recente "Novo rumo" sobre Educação prometeu democracia. Mas esse libelo foi coordenado por António Nóvoa e não há qualquer garantia que seja o "Novo rumo" do PS quando voltar ao Governo.
Fica a sensação que o consenso com o Governo incluiu, desde o memorando da troika, o despedimento colectivo de 30 mil professores em três anos (uma redução de cerca de 50 mil desde 2005). E é bom que se sublinhe que os professores contribuíram para metade da redução da administração central que permite que os políticos profissionais, e os tecnopolíticos de serviço, se pavoneiem por esse mundo fora.
(Primeira edição em 9 de Setembro de 2013)
Quem disser que os comités centrais dos partidos do memorando da troika têm reuniões frequentes desde a assinatura (ou até antes disso) para tratarem de "altos" assuntos do Estado, não poderá ser classificado como gerador de uma teoria da conspiração. É natural que essas reuniões aconteçam, é natural que sejam secretas e é também natural que alguns consensos se estabeleçam aí. É natural também que as bancadas parlamentares respectivas nem sempre saibam do acordado, uma vez que o jogo de oposição interna está sempre ao rubro.
O silêncio do PS em relação ao cheque-ensino (existiu uma voz discordante, talvez mais distraída ou opositora a sei lá o quê) pode ter uma qualquer relação com isso. Quem sabe se na última crise de Governo o triunvirato não terá acordado "deixar cair" a escola pública, mas em segredo. Não seria nada a que o PS não estivesse habituado.
Ou seja: a mosca que picou o idoso PS estava contaminada pela "música" ultraliberal, tal como o Quino imaginou, e o picado só dará conta quando tiver necessidade de voltar a soprar. É caso para dizermos que nada se aprendeu com a governação de Sócrates e que o país, a liberdade e a democracia voltam a perder muito com isso. Mas o melhor é ver o desenho.
Estamos numa fase em que o ânimo se eleva. Uns demitem-se (e os amigos quase) pela falta dele, outros animam-se porque a constituição lhes permite uma réstia da independência que parecia definitivamente perdida. Há nesta dicotomia uma verdade que vai para além da incompetência ou da impreparação.
Há cerca de três anos que Passos Coelho prometeu rever a constituição antes das presidenciais e depois disso foi enfático na governação para além da troika. Podemos concluir que a actualidade foi provocada e percebe-se a desorientação nas hostes governativas. Os ultraliberais tinham pressa e também não contavam com a perda do "soldado" demissionário e que se mexia muito.
A revolução nos tempos actuais tem que ser rápida e até no sistema escolar sabiam disso. Os professores voltaram a atrapalhar a consecução dos objectivos.
Notei Passos Coelho com mau perder. É uma espécie de segunda pele que vem à tona quando chantageia a baixa de impostos com mais cortes a eito nas políticas sociais. Esse desequilíbrio é insensato e trágico, como se comprova.
Sabíamos da presença da troika, mas também conhecíamos o fanatismo ideológico do Estado mínimo. Esse para além da troika não devia ser uma coisa experimental nem uma brincadeira de jotas retardados misturados com uma espécie de nerds. Estas coisas são sérias e arrasaram a vida de milhares de pessoas.
Passos: Para baixar impostos temos de reduzir as despesas do Estado
A imagem retrata a cerimónia de compra da EDP e vê-se, à esquerda, um membro de um estado totalitário de partido único que adquiriu a citada empresa monopolista propriedade de um estado democrático. À direita, na imagem, vê-se (muito efusivo) o ministro dos negócios estrangeiros do país intervencionado; é do partido mais à direita e foi há pouco tempo condecorado pelos neocons com a emotividade de Donald Rumsfeld.