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A adicção tecnológica (“há uma explosão da partilha de conteúdos de pornografia e misoginia”), e recuos civilizacionais como quadros de mérito académico para crianças e jovens, só podia dar nisto. Os professores confirmam estes estudos da OMS ("os adolescentes estão mais nervosos e medicam-se mais") e não se cansam de nomear outro problema grave da desestruturação e "ausência" de sociedade na educação: a escola a tempo inteiro que é tantas vezes a educação a tempo inteiro na escola.
"Um quarto dos adolescentes já se feriu de propósito. E são cada vez mais os que tomam calmantes entre os 11 e os 15 anos. Estudo da Organização Mundial da Saúde sobre comportamentos das crianças e jovens entre os 11 e os 15 anos revela que 28% dos adolescentes portugueses sentem-se infelizes e 9% dizem-se “tão tristes que não aguentam" mais. Pandemia agravou mal-estar psicológico, mas há boas notícias no que respeita à alimentação, atividade física e consumo de álcool e tabaco"