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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Da força do jornalismo de investigação

 


 


 


"As denúncias que, há mais de um ano, chegavam ao ministério desapareceram. Uma das últimas originou o inquérito em curso da inspecção do trabalho. Entretanto, o jornalismo de investigação mediatizou o assunto e em 48 horas demitiram-se um SE e a presidente da Raríssimas e o ministro do trabalho é chamado ao parlamento pelo seu partido". Concordo com esta observação radiofónica. O jornalismo de investigação tem muita força. Já o comprovou noutras causas perdidas no tempo. É evidente que a mediatização televisiva tem ainda mais força e o caso Raríssimas retira energia aos que reduzem o denominado jornalismo de investigação a "sensacionalismo para audiências". 


 


Adenda às 22.05: discordo que se mediatize a vida privada.


 


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domingo, 5 de fevereiro de 2017

De Trump e da indiferença perante a crueldade

 


 


 



"(...)Pior do que a crueldade, sempre gratuita, é esta indiferença perante a crueldade. As pessoas que resolvem olhar para o lado, fugir com o rabo à seringa, pretendendo não ver. As pessoas que têm horror da resistência. Os facilitadores. Os cúmplices. Os assalariados. Os corrompidos. Os cobardes. Os amorais. Os neutros.


O que assusta em Trump não são as políticas de Trump. O que assusta é a crueldade, traço evidente para quem viu os episódios de "O Aprendiz" ou os primeiros debates contra os republicanos, quando ele não esperava ganhar.(...)"


 


Clara Ferreira Alves (2017.02.04:03)


Revista do Expresso


segunda-feira, 29 de abril de 2013

processo a uma jornalista (2)

 


 


 


 


A jornalista Ana Leal, coordenadora da célebre reportagem TVI sobre a cooperativa de ensino GPSfoi suspensa e está impedida de entrar nas instalações do canal de televisão por causa doutra reportagem.


 


Assinei uma justa petição pela efectiva liberdade de imprensa. Bem sei que as petições têm sido inúmeras, mas se ler o texto e consultar as ligações sugeridas verá que é um assunto importante.


 


 


Pode subscrever a petição aqui.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

já assinei

 


 


 


 


As petições têm proliferado e os seus autores consideram-nas, naturalmente, justas e pertinentes; o excesso tem sempre desvantagens, mas é um sinal dos tempos. Tenho ideia que a maioria resume-se ao preenchimento de um pequeno espaço mediático e são raras as que atingiram um objectivo mais ousado.




Assinei uma petição "em defesa da manutenção da qualidade do jornal Público e dos profissionais que fazem dele um jornal de referência nacional".


 


Conseguimos imaginar a crise dos órgãos de comunicação social, nomeadamente a impressa, também constatamos a suspensão em curso da democracia e considero que o jornal Público ocupa um espaço importante na defesa e no aprofundamento da democracia.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

cor-de-rosa

 


 


Raramente contacto com a chamada imprensa cor-de-rosa. Faço uma aproximação através duma página do suplemento P2 do Público. No sábado, o Público fazia referência a uma atitude interessante do actual primeiro-ministro inglês. Sabemos como os britânicos estão à beira da explosão e como os políticos profissionais têm sido apanhados em flagrante ganância e despautério. Dei algum desconto e registei o acontecimento.


 


O senhor viajou para Málaga numa low-cost, alojou-se num hotel de 3 estrelas e, para que fosse mesmo notícia, pagou tudo do seu bolso. Acrescentou o jornalista: nas ilhas britânicas era impossível um governante estar a minutos de anunciar a falência do país e preocupar-se com a melhor posição para ler o tele-ponto. Fiquei apenas com uma certeza: continuamos mesmo na cauda da europa e quanto aos costumes temos de nos envergonhar.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

vão matar-te

 


 


 


Conheci o Paulo Moura através de um amigo comum. Foi no século passado. Veio à nossa escola falar com alunos sobre jornalismo "arriscado". Almoçámos e conversámos muito sobre os riscos do antigo jornalismo denominado de independente. O Paulo Moura é uma pessoa que vai onde quase ninguém quer ir. Já o seguia, mas fiquei ainda mais atento. Hoje, como pode ler aqui, está no Cairo e arriscou a vida para contar a história com os seus olhos. É com gente assim que o mundo avança e não o contrário.