"Inspectores acusam PJ de “ilegalidades” e “manipulação” em concurso interno. Candidatos queixam-se de que regras para promoção a coordenadores de investigação criminal foram alteradas a meio. PJ e Governo em conversações para que sejam aprovados os 47 participantes."
Os meus textos e os meus vídeos
sábado, 21 de junho de 2025
Como?! Inspectores acusam PJ de “ilegalidades” e “manipulação” em concurso interno
segunda-feira, 17 de junho de 2024
"46 mil professores efetivos concorrem a mudar de escola"
Pesquise por "professores do quadro que querem mudar de escola" e encontra notícias como a que vai ler e números como os que estão em título. E como se podia comprovar num estudo mais detalhado, há milhares que concorrem para "fugir" da insanidade organizacional e da autocracia na tomada de decisões; alimentam uma intenção que muitas vezes não passa de uma ilusão tal o estado a que se chegou.
"Este ano há 46 088 professores dos quadros a concorrerem ao concurso interno, para tentarem mudar de escola e ficarem colocados mais perto da residência. No último concurso, realizado em 2022, tinha havido 33 700 candidatos, pelo que estamos perante um aumento de 37% no número de docentes que procura uma transferência de estabelecimento de ensino."
quinta-feira, 23 de maio de 2024
domingo, 1 de outubro de 2023
Alguém que informe o PSD
Alguém que informe o PSD que os professores reformados não podem recuperar tempo de serviço. A proposta de recuperação em 5 anos (20% em cada um) é tão surpreendente como querer recuperar a brutalmente injusta avaliação do desempenho como factor para concursos. Se chegarem ao poder em 2026, a recuperação do tempo terminará em 2031. Além de tudo, a não recuperação já originou perdas irreparáveis no valor das reformas (muitos professores nem terão pensão capaz de pagar um lar de idosos). Por outro lado, não estavam cá em Novembro de 2022 quando os professores explodiram de indignação por se querer passar o concurso para a autocracia escolar e com a avaliação Kafkiana como factor de seriação?
terça-feira, 25 de julho de 2023
Concurso Externo/ Concurso Externo de Vinculação Dinâmica/ Concurso de Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2023/2024 - Listas Definitivas
"5600 destes professores chegam aos quadros através da "vinculação dinâmica"", e não 8000 como se anunciava quando se abriu o concurso. São 5606 colocados nos antigos 10 QZP e não nos 63 anunciados. Tanto tempo perdido com tanto desconhecimento.
Concurso Externo/ Concurso Externo de Vinculação Dinâmica/ Concurso de Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2023/2024 - Listas Definitivas
sábado, 3 de junho de 2023
Obviamente: "Professores contratados recusam vinculação ao Estado"
Como se disse, não é aceitável vincular agora com a obrigatoriedade de se ter que concorrer a todo o país no ano seguinte. Veremos quantos professores concorrem às 8.000 vagas.
sábado, 18 de fevereiro de 2023
Como é possível?!
O concurso interno é de quatro em quatro anos. O Ministério da Educação tinha a firme intenção que passasse para "de cinco em cinco anos". Diz que ouviu os professores e alterou para anual.
Mas estes governantes vivem em que planeta?
quarta-feira, 28 de junho de 2017
terça-feira, 30 de agosto de 2016
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
concursos públicos no nível menos n
É péssima a imagem dos concursos para directores na administração pública. Para além da gravidade das candidaturas irregulares (pessoas com esse perfil existem em todas as épocas), o que duplica a vergonha é a conivência e a parcialidade dos júris como se pode ler "nesta notícia" do DN e na ligação seguinte do mesmo jornal:
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
mais uma zona enlameada
Claro que a corrupção de diversas dimensões não se circunscreveu aos privados e à banca. Na gestão pública tropeçamos com coisas que nos deixam perplexos e sempre com os grandes aparelhos partidários envolvidos nos mais diversos níveis.
domingo, 19 de julho de 2015
segue imperturbável a engrenagem dos professores colocados no vazio
"O MEC e os sindicatos reuniram e concluíram: os professores do quadro do processo "colocados no vazio" que reclamem". Foi mais ou menos assim que há cerca de um mês se noticiou a saga dos professores do quadro que foram colocados noutras escolas em vagas sem horário.
E repete-se a estupefacção kafkiana:
E se estão, naturalmente, satisfeitos com a nova colocação e não reclamam?
E se não estão, naturalmente, satisfeitos mas colocaram essa escola no concurso?
E como é que reclamam os que não correram e que passaram para horário zero porque o colocado com erro é mais graduado?
Nas seguintes seis variáveis encontramos explicação para a coisa:
1. o MEC errou no lançamento das vagas a concurso;
2. a aplicação informática está errada;
3. o Mec errou no apuramento das vagas;
4. as escolas erraram no planeamento;
5. as escolas erraram a lançar as vagas;
e 6. as escolas erraram no lançamento e o MEC não corrigiu mesmo que avisado.
Havendo esta objectividade, o MEC e os sindicatos passam a responsabilidade para os professores através do tal recurso hierárquico?
É impressionante a cultura portuguesa de apropriação do bem comum e de irresponsabilidade.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
mais um episódio da doença grave do sistema escolar
A pincipal notícia da primeira página do I é o que vê na imagem e o Ionline desenvolve o tema: "Grândola. Professora venceu um concurso com projecto plagiado".
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Os professores ficaram colocados no vazio e não há culpas?
Inúmeros (sim, foram muitos e não se sabe quantos) professores dos quadros foram colocados, por erro, em vagas sem horário e restou-lhes o recurso hierárquico?
E se estão satisfeitos com a nova colocação e não reclamam?
E como é que reclamam os que não correram e que passaram para horário zero porque o colocado com erro é mais graduado?
Nas seguintes cinco variáveis encontramos explicação para a coisa:
1. o MEC errou no lançamento das vagas a concurso;
2. a aplicação informática está errada;
3. as escolas erraram no planeamento;
4. as escolas erraram a lançar as vagas;
e 5. as escolas erraram no lançamento e o MEC não corrigiu mesmo que avisado.
Havendo esta objectividade, o MEC e os sindicatos reuniram e passaram a responsabilidade para os professores através do tal recurso?
É impressionante a cultura portuguesa de apropriação do bem comum e de irresponsabilidade.
terça-feira, 28 de abril de 2015
Os boys são uns cómicos
"O Governo retira margem aos ministérios e passa para a CRESAP o perfil dos candidatos aos lugares para dirigentes públicos(...)". Os boys são uns cómicos. Passam a legislatura em concursos partidocráticos, arrumam a clientela e em ano de eleições declaram um arrependimento.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
vistos gold e manipulação de concursos públicos
Segundo o I, o "presidente do Instituto dos Registos e Notariado manipulava os concursos públicos no âmbito da CRESAP". Estas notícias são recorrentes na administração pública e nos diversos sistemas. Há destituições, demissões, reclamações e por aí fora. O que mais surpreende é o incumprimento de um dever por parte de quem exerce um cargo público: o dever inalienável de imparcialidade.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
a breve prazo faltarão professores
N. Crato disse, como "conclusão prática", que a existência de 26.500 candidatos para 2.000 lugares no último concurso de vinculação para professores contratados tranquilizava o MEC, que, por isso, não haverá falta de professores nos tempos mais próximos e que, subentendeu-se, pode continuar a tratar para além da troika os que estão em funções ou os que aspiram a isso. Sublinhou o argumento nas últimas entrevistas a propósito do número elevado de professores em "fuga" através das rescisões.
Alguns dos que acreditaram em N. Crato tomaram como verdadeiro o seu discurso em nome da elevação do "professor". Imagino, e nota-se bem, a desilusão. A única medida de "elevação" que se conhece do ministro é, na sua tortuosa lógica, a prova de ingresso para os professores contratados. No resto, e mesmo nas questões muito remotamente financeiras, N. Crato nivela por baixo, com desconhecimento e recheado de preconceitos contra a escola pública.
Voltando aos 26.500 candidatos, e sem querer maçar os leitores com detalhes, é bom que se saiba que há grupos de recrutamento, como se diz agora, que a breve prazo não terão candidatos desempregados e muito menos alunos no ensino superior ou nos cursos do ensino secundário que indiquem essa preferência. Mas já se sabe: o actual ministro é especialista no "vale tudo" que parece que tanto criticou.
domingo, 16 de dezembro de 2012
blogues 2012
Os organizadores do concurso "Blogs do ano 2012", promovido pelo blogue Aventar, informaram-me que o Correntes estava inscrito na rubrica Educação. Agradeço a quem o inscreveu, mas já tinha decidido, e de acordo com a ética republicana que há muito pratico, não participar na edição de 2012 uma vez que o Correntes tinha ficado em primeiro lugar na edição de 2011.
Já informei os editores do Aventar da decisão e desejo-lhes os maiores sucessos para a iniciativa.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
-
O discurso, em Davos, de Mark Carney, PM do Canadá, é corajoso. O texto - a prosa é mesmo sua e publico a tradução como recebi por email de...
-
O cartoon "One year of Trump" é de Gatis Sluka. Encontrei-o na internet sem restriçoes de publicação. Sabemos que o centro de gr...
-
O Correntes mudou de casa. A nova morada é em https://correntesprudencio.blogspot.com/ A mudança da SAPO para o Blogspot deve-se ao encerr...