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segunda-feira, 5 de março de 2018

do óscar de Kobe Bryant

 


 


 



 "Nós, como jogadores de basquete, deveríamos calar a boca e driblar, mas fico feliz porque fazemos um pouco mais do que isso." 




 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

El viaje de María - Autismo

 


 


 


Acabei de ouvir na TSF que se concretizou o primeiro medicamento para o tratamento do autismo. O vídeo que inseri tem pouco mais de cinco minutos. É a história de um pai e de uma filha autista (hoje com 14 anos). Se quiser saber mais é só pesquisar por "Maria y yo".


 


 



 

sábado, 23 de março de 2013

de inverdade em inverdade



















Não confiámos em Nuno Crato quando o ministro declarou que no seu mandato os professores não seriam colocados em mobilidade especial e tínhamos razão. Crato diz agora que não podia evitar por mais tempo a pior das injustiças à profissionalidade dos professores. Com tanto corte a eito (a prazo se provará que também agravou o insucesso e abandono escolares dos alunos para além do menosprezo pelas humanidades e pelas artes que não cabem no Estado mínimo) e com o aprofundamento da desastrosa gestão escolar que herdou, só podíamos ter professores do quadro com horário zero a par do despedimento colectivo de mais de dez mil professores contratados.

Crato sabia tudo isto ou então é ainda mais estratosférico e egoísta do que se pensava. Sabia, como também sabe Lurdes Rodrigues que legislou a mobilidade especial e a gestão escolar e agora vem, com ar cândido, declarar que não há professores a mais. O cinismo e a impreparação são a marca desta gente ingrata que está ao serviço dos "donos do mundo" e que não tem um pingo de coragem para sequer bater com a porta ou denunciar a injustiça. Para além de tudo, sabe- se que não tarda e teremos professores a menos e aí os mobilizados especiais não regressarão e verão a injustiça duplicada. Só há, realmente, um caminho: fazer com este MEC o mesmo que se fez com a anterior (deve sublinhar-se que Crato prosseguiu a devastação de Lurdes Rodrigues, agravando-a em políticas decisivas: carga curricular, gestão escolar e profissionalidade dos professores).

É evidente que há muita revolta nos concelhos onde as cooperativas de ensino beneficiam há anos dos favores (com edificações, nalguns casos, comprovadamente ilegais) e do silêncio do arco do poder. Contratam professores sem qualquer concurso público e financiados na totalidade pelo orçamento de Estado e os professores com horário zero são mais uma vez injustiçados. Não pode ser. No Estado de direito que ainda resta alguma coisa tem que acontecer mesmo.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009